Desde há muito que se sabe que as crianças são o principal veículo de transmissão das infecções virais nomeadamente dos síndromes gripais pelo que em muitos países que têm consideração para além dos custos inerentes às próprias doenças outros custos indirectos, por exemplo, os dos custos por faltas ao trabalho dos pais, tiveram isto em linha de conta e consideraram a vacinação das crianças como prioritário. Em Portugal vacinaram-se em 1º lugar, os trabalhadores da Linha 24, até parecia que o vírus se transmitia pela linha telefónica, os políticos e alguns trabalhadores. Deixou-se que o vírus se instalasse nos infantários, escolas e só agora, não porque fosse o que estava programado mas por excesso de vacinas em stock decidiu-se iniciar a vacinação das crianças dos 6 aos 24 meses, e as outras? E as grávidas, se sabia que o risco é 10 vezes superior ao da população em geral porque que é que não foram logo consideradas grupo de risco? A confusão reina na Saúde Pública.
domingo, 15 de novembro de 2009
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